Zuckerberg prevê que em breve smartphones e tablets vão desaparecer

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Para os amantes da ficção científica, o mundo que o Facebook está começando a construir é muito descolado e insanamente ambicioso. Em vez de transformarmos os nossos smartphones, tablets, televisores ou qualquer outra coisa com uma tela em um computador, as coisas seriam projetadas nos nossos olhos, enquanto escrevemos com o nosso cérebro. Ou seja: aparelhos extremamente presentes na vida das pessoas, como os celulares, podem sucumbir com o avanço dessa tecnologia.

Um mundo com uma “mistura” de realidade virtual e real é muito excitante para a sociedade e para os acionistas do Facebook. Mas também abre as portas para um cenário futurista insano, onde a companhia – ou alguma outra empresa de tecnologia – torna-se o intermediário de tudo o que as pessoas vêem, escutam e, talvez, até pensam.

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Michael Abrash, cientista chefe da Oculus, empresa comprada pelo Facebook, afirmou na semana passada que poderíamos estar a apenas cinco anos de distância de um óculos de realidade aumentada bom o suficiente para se tornar popular. E, agora, o Facebook está desenvolvendo uma tecnologia que poderia fazer com que você “escrevesse” com o seu cérebro, o que significa que você poderia digitar, selecionar e clicar quando pensasse enquanto estivesse usando os óculos inteligentes. Essa é uma pista da plataforma Camera Effects, do Facebook, que faz do telefone um dispositivo de realidade aumentada.

O potencial é enorme. Lembre-se que missão da companhia está relacionada a compartilhamento, e este tipo de teletransporte virtual, onipresente e interativo é um meio imensamente poderoso para tal fim.

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Se todos nós estamos vivemos neste tipo de mundo semi-virtual, o Facebook é a chave para todas as interações e, inevitavelmente, para cada transação financeira que realizarmos nessa esfera. Isso poderia render um monte de dinheiro para a empresa.

Então é bem provável que ainda estejamos a pelo menos uma década de distância deste mundo tecnológico projetado pelo Facebook. Mas, com a gigante da tecnologia enfrentando novas questões sobre o seu papel em nossas vidas pessoais e até nas eleições, é importante lembrar que muito disso dá à rede social – assim como a empresas como Apple, Google e Microsoft – um controle sem precedentes sobre as nossas concepções da realidade.


Matéria completa em: http://www.forbes.com.br/negocios/2017/04/mark-zuckerberg-aposta-na-extincao-dos-smartphones-e-tablets/

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