Conheça a Profª Elektra, um chatbot desenvolvido pela UFRGS

Créditos: Freerange Stockand
Créditos: Freerange Stockand

No meio educacional, os chatbots já tem certa tradição, onde sempre se buscou criar assistentes virtuais para auxiliar os alunos. O mais antigo que se tem conhecimento neste ramo é a professora ALICE, criada na Lehigh University por Richard S. Wallace no ano de 1995.

Muita coisa mudou e cada vez mais as pesquisas vem se aperfeiçoando neste meio, inúmeras são as tentativas de criar um professor virtual que realmente consiga atender as necessidades dos seus alunos. Pensando nisso, no ano de 2002, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul desenvolveu a Profª Elektra, com o objetivo principal de auxiliar os alunos de cursos à distância:

Tem como objetivo principal ajudar estudantes de curso de educação à distância na compreensão e fixação de conteúdos voltados para a área de redes de computadores e internet, apesar de ainda ter um razoável conhecimento voltado para o ensino de física, por inicialmente ter sido concebida com o intuito de ser uma referência nesta área para estudantes de curso secundário que estivessem se preparando para o vestibular, podendo responder as pequenas dúvidas mais frequente entre estes.

A  Professora Elektra é um dos primeiros chatbots educacionais que se tem conhecimento no Brasil, desenvolvido por um grupo de pesquisa da Universidade baseado no software gratuito ALICE:

Elektra visou inicialmente responder perguntas sobre Física para alunos do ensino secundário que estivessem se preparando para o vestibular, sendo colocada à disposição dos internautas em meados de 2002.

Em julho de 2003 estendeu-se sua utilização para os alunos do Curso de Especialização a Distância em Informática na Educação para a disciplina Internet para Educadores, acrescentando em sua base de conhecimento dados e conceitos sobre Redes de Computadores e Internet. Para este trabalho coordenou-se um esforço entre os professores e tutores para a modelagem inicial do conhecimento buscando informar o que o robô deveria dominar, quais perguntas eram mais frequentes e quais os assuntos que geravam maiores dúvidas entre os alunos.

Algumas dificuldades foram encontradas inicialmente quando o chatbot passou a atender mais intensamente aos alunos. A primeira dificuldade foi com relação a comunicação, o chatbot não proporcionava a continuidade do diálogo, e a segunda dificuldade e mais relevante foi a incapacidade de o chatbot compreender as questões dos alunos, mesmo sendo portador do conhecimentos sobre o assunto questionado.

elektra

A professora Elektra continua em pleno funcionamento. Para entrar em contato basta acessar o link: http://penta3.ufrgs.br:2002/


Saiba mais em: http://penta3.ufrgs.br/~elektra/info/links/funcionalidades.htm

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