Inteligência Artificial deve ser regulamentada em nível internacional

Credit: Phonlamai Photo/Shutterstock
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A digitalização humanizada e a ética na Inteligência Artificial endereçam a importância de uma regulamentação uniforme, que evite que cada país siga criando a sua própria, o que seria muito prejudicial para o mercado.

O meio digital e suas oportunidades de inovação permitem quebrar paradigmas e trazem grandes saltos evolutivos para os negócios. Mas devemos ter muito cuidado para que os avanços sejam sustentáveis e que os novos modelos de negócios não terminem gerando um ônus social maior do que o ganho econômico prometido, afinal, não pode ser apenas bom para alguns poucos, precisam de viabilidade no longo prazo para fomentar o bem estar da sociedade.

 

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A iniciativa europeia busca trazer neste relatório sobre direito civil a formalização jurídica da lei de Asimov, que traz as três regras fundamentais da robótica, para que sejam aplicáveis tanto para a construção de robôs como para os sistemas de inteligência artificial.

Em princípio, a proposta é não vinculativa, mas traz a necessidade de se estabelecer regras que considerem o impacto ético e social destas novas tecnologias. Isso se deve ao fato de que a próxima geração de robôs que já está sendo desenvolvida é muito mais autônoma e tem capacidade de aprendizagem com coleta de dados, justamente onde a regulamentação se torna necessária.

A regulamentação deverá alcançar drones, robôs industriais, carros autodirigíveis, robôs de hotelaria, saúde e entretenimento. Há ainda a possibilidade de se aplicar um imposto sobre o trabalho realizado pelos robôs que possa ser utilizado para fomentar recursos para realocação de novos trabalhos pra os humanos.


Mais detalhes em: https://www.itforum365.com.br/tecnologia/inteligencia-artificial-deve-ser-regulamentada-em-nivel-internacional/

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