Aplicativo é coisa do passado

Créditos: Freerange Stockand
Créditos: Freerange Stockand

Saiu no jornal Estadão uma matéria muito interessante, confira alguns trechos aqui:

Em março, durante a conferência de desenvolvedores da Microsoft, o CEO da empresa, Satya Nadella, disse que os chatbots terão um impacto tão grande na nossa vida quanto os navegadores da internet e as telas touchscreen. O que está acontecendo, segundo ele, é a nossa entrada em um mundo no qual a conversa é a nova plataforma.

É por meio desse tipo de interação que vamos nos informar sobre as notícias em um futuro não muito distante. Uma série de aparelhos como o Amazon Echo, uma torre que possui a assistente virtual chamada Alexa, pode ser instalada e acionada a qualquer momento, por comando de voz, para responder a qualquer questão (por exemplo, se você precisa levar guarda-chuva na bolsa em um determinado dia, de acordo com a previsão do tempo).

Com isso, o jornalismo, por exemplo, será cada vez mais conversado, personalizado, de acordo com os interesses de cada leitor. Os jornalistas, por outro lado, terão muito mais interação com o leitor, mais dados para guiar o conteúdo de acordo com o interesse público e um canal de distribuição direto com cada pessoa.

O mundo dos negócios também muda. Cada empresa terá sua própria “concierge virtual”. Em vez de pedir pizza, basta mandar uma mensagem para o chatbot da pizzaria e esperar a entrega. As horas penduradas no telefone para reclamar daquela conta de celular que veio com o valor errado vão se transformar em um bate-papo pelo smartphone enquanto se está a caminho do trabalho.

Ainda há muitos gargalos para tudo ser perfeito, é claro, como o fato de os computadores não serem tão eficientes em compreender a linguagem humana, o que faz com que muitos chatbots ainda apresentem problemas e empaquem durante uma etapa da conversa com o usuário.

A tendência é que as conversas com os chatbots fiquem cada vez menos robotizadas.

Como assim os aplicativos vão sumir?

Olhe para o celular e conte quantos aplicativos você usa todos os dias. Certamente são poucos. Segundo a comScore, cada pessoa usa, em média, 3 aplicativos diferentes com frequência.

Os reis do momento são os aplicativos de mensagem – WhatsApp, Messenger, Line, Kik, Telegram, além das redes sociais como Facebook e Snapchat. Os outros já são, de certa forma, “coisa do passado”. Fazer uma pessoa baixar e usar com frequência um aplicativo é tarefa complicada. Em média, 77% dos usuários nunca mais usa um aplicativo após 3 dias do download.

Confira a matéria completa em: http://link.estadao.com.br/blogs/ligia-aguilhar/aplicativo-e-coisa-do-passado/

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