Quem faz o Fred? – #1: William Queiroz

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Muita gente pretende trabalhar na área de desenvolvimento de chatbots mas atualmente poucos conseguem. Nessa primeira entrevista, convidamos o William Queiroz, (Desenvolvedor Full Stack das Fred Applications) para falar um pouco sobre a sua rotina, os desafios, as ferramentas e dicas para quem quer começar nessa área.

Essa é a primeira postagem da série “Quem Faz o Fred?”. A intenção dessa série de postagens é falar sobre a Fred e trazer o nosso time para mais perto de você.

Fale um pouco sobre você?

Bom, meu nome é William Queiroz, tenho 21 anos, me graduei em análise e desenvolvimento de sistemas em 2017 e atuo na Fred como Desenvolvedor Full Stack das Fred Applications. Sou apaixonado por tecnologia! No tempo livre procuro “alimentar” meus hobbies como ver filmes, séries, tocar um bom e velho violão, jogar alguns FPS etc..

Como começou seu interesse por chatbots?

Tive interesse ainda esse ano, por estar com outros focos (em plataformas ERP’s e Cloud Computing) até então não fazia ideia do universo e da engenharia por trás de um chatbot. Eis que num dia comum, rolando o feed do facebook encontrei uma oportunidade na Fred para desenvolvedor fullstack, eu já queria explorar algo que me desafiasse e me impressionei quando tive contato com o ecossistema que o Fred havia criado, com possibilidades infinitas para criação de canais e robôs de atendimento, foi a combinação perfeita!

Comparado aos softwares tradicionais quais as principais diferenças que você vê em trabalhar com bots?

A experiência do usuário. Muitos softwares tradicionais que já atuei no desenvolvimento, não tinham o foco principal, ou sequer pensava, em como seria a experiência do usuário final, como seria a sua satisfação ao ter contato com aquela solução. Já o desenvolvimento e construção de um bot pensa exatamente nisso, na satisfação do usuário, na naturalidade da interação e nos fluxos conversacionais, além de conseguir entregar um determinado serviço.

Na área que você atua quais são as suas maiores dificuldades e o que você tem feito para superá-las?

Acredito que a minha principal dificuldade seria encontrar alguém que passou pelo mesmo problema que eu ao implantar uma nova tecnologia (ou uma versão mais atualizada daquela)! HAHA Brincadeiras a parte, procurar um “ombro amigo” para te dar uma solução de um problema no qual você acredita que alguém já passou, faz parte de todo trabalho, ainda mais quando há prazos (time is money!).

Mas não tem galho, quando me deparo com essa situação e não encontro tal solução, sempre me aprofundo mais naquilo que estou elaborando, busco entender cada particularidade da tecnologia até resolver o problema. Ah! e se percebo que não há conteúdo relacionado na web, procuro compartilhar com a comunidade minha experiência com aquele determinado problema. Nenhum conhecimento é válido se você guarda só para si.

Como você se organiza para executar as suas tarefas diárias?

Já tive a oportunidade de trabalhar com Scrum, implantar o Kanban, e ambas são metodologias excelentes (quando bem executadas), mas atualmente, defino minhas tasks de um projeto ou feature no teamwork, uma ferramenta simples e objetiva, bem minimalista no seu propósito, sempre executando-as em ordem de prioridade e, algumas, em paralelo para agilizar as entregas.

Quais programas são as suas ferramentas de trabalho?

Utilizo PhpStorm como principal IDE, Visual Studio Code, o Git, GitKraken, Slack, Docker e Linux como SO.

Para aqueles que pretendem trabalhar na sua área quais conselhos você daria?

Diria que, independente da fase em que está (procurando um estágio ou trabalhando, só que em outro departamento), busque conhecimento! Tenha um objetivo e foque nele, até atingi-lo. Tudo é questão de troca. Pra quem tá começando, e ainda não sabe o que quer fazer na área (trabalhar com Front-end, só com o Back-end, ou fazer os dois, ou só cuidar do banco de dados e sua modelagem, ou até mesmo das especificações técnicas de um projeto, quantas opções! AHH!), tente se encontrar! E como? Se relacionando com aquilo que mais lhe agrada, entre em comunidades, participe de meetups (foi neles que eu “abri os olhos” pra aquilo que eu realmente queria fazer), elabore pequenos projetos pessoais mas estabeleça seus prazos e garanta a sí mesmo que vai finalizá-los, faça alguns cursos para se capacitar (utilizo muito a Udemy, e recomendo com certeza!).

Depois disso, encare o mercado! E saiba, você vai ouvir “não”, faz parte, mas procure analisar como anda o mercado para aquilo que você quer exercer, quais tecnologias estão usando, COMO estão usando, acredite, isso faz total diferença numa entrevista… A tecnologia surge, muda, é descontinuada, atualiza, passa por diversos momentos, tente estar antenado em cada um deles, não é impossível e nem será fácil, mas é isso que o fará um bom profissional!

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